Novos canteiros de plantas medicinais do JB serão entregues ao público

A exposição O Homem e as Plantas Medicinais – Uma História em Construção marcará a reinauguração do Jardim de Plantas Medicinais do Jardim Botânico. O visitante terá a oportunidade de conhecer um pouco do aproveitamento das plantas com finalidades terapêuticas, aromáticas, condimentares, cosméticas, as utilizadas em rituais e espécies da herança cultural, nos novos canteiros de plantas medicinais que serão entregues ao público no dia 21 de dezembro, às 9h, no Jardim Botânico. São dezenas de espécies, de diferentes origens e famílias variadas, reunidas em 25 canteiros totalmente reformados numa parceria entre o JB e a Natura.

A coleção temática de plantas medicinais existe desde 1989 no Jardim Botânico. Com a revitalização, o jardim terá agora três conjuntos de canteiros, com cerca de 130 espécies. O maior deles apresenta espécies medicinais agrupadas pelas atuações em sistemas do corpo humano. O segundo apresenta espécies medicinais com outros atributos como condimentares, aromáticas, cosméticas e utilizadas em rituais e um outro conjunto representa as espécies da herança cultural. Haverá ainda um espaço em que o público poderá interagir com as plantas, explorando-as por meio do tato, olfato, visão e paladar.

O Jardim de Plantas Medicinais resgatou uma vocação original do Jardim Botânico. Desde a sua criação, ele serviu de espaço para aclimatação no Brasil de especiarias e plantas de interesse econômico para a coroa portuguesa. Muitas dessas espécies são usadas há séculos por populações tradicionais de índios, europeus e africanos, dando origem a medicina popular.

O trabalho de manutenção dos canteiros de plantas medicinais e a ampliação da divulgação científica da coleção estarão garantidos com a renovação do contrato entre o JBRJ e a Natura que será selado durante a solenidade.

Cada canteiro temático terá uma placa de identificação com informações e resumo dos aspectos culturais das plantas. O Jardim de Plantas Medicinais está localizado no interior das ruínas de uma das oficinas da antiga Fábrica de Pólvora.

 

 

 

 

 

 

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